Top 10: Os melhores exclusivos de X360 que praticamente ninguém jogou

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Top 10: Os melhores exclusivos de X360 que praticamente ninguém jogou

Mensagem por kenairux em Sab Jul 20 2013, 18:17

Muitos so conhecem,de exclusivos do X360, os jogos Halo,Gears,Forza e Fable.Mas a lista de exclusivos desse maravilhoso console não se limita a apenas esses games.
Sem mais delongas,aqui estão alguns excelentes exclusivos do Xbox 360 que muitos não conhecem:

Kingdom Under Fire: Circle of Doom



Sequência da série de estratégia da Microsoft, só que não. Neste caso o pessoal da Blueside resolveu pular direto para o bom e velho hack & slash, não que tenha sido isso que afundou o jogo. Na verdade, Circle of Doom era um jogo aparentemente simples e definitivamente repetitivo. Em uma época que todo mundo queria ver o poderio do Xbox 360, um game que parecia um título de PS2 bombado não era bem exemplo de beleza.

Só que, o que qualquer papai e mamãe que se preze deve ensinar? Não julgar o livro pela capa. Circle of Doom, passado a carinha, poderia ser muito divertido, principalmente para os fãs de Diablo e afins. Infinitas customizações de armas, inimigos aos montes e um modo multiplayer divertidíssimo.

Kameo: Elements of Power



Certo, a verdade é que a Rare foi se tornando cada vez mais patética desde que foi parar nas mãos da Microsoft, até terminar na criação dos fatídicos Kinect Sports. Isto mesmo, a empresa de 007 Goldeneye 64, Star Fox e Conker's Bad Fur Day – fazendo mini-games. Só que até chegar a este período atual de decadência, a companhia até que lançou algumas coisas boas, leia-se, Kameo.

Praticamente o primeiro jogo do console, aquele projeto que era para sair originalmente no Nintendo 64, depois no Gamecube, depois no Xbox, mas só saiu no X360. Talvez por esta história toda, Kameo carrega ideias das mais interessantes e convenções que fez a Rare conhecida pelas gerações. Vale a pena enfrentar toda a abundância de bloom effect do game para ver no que da a aventura.

Infinite Undiscovery



Merecedor de prêmio na competição pelo título mais peculiar da geração, no papel Infinite Undiscovery não foi tão estranho assim. O jogo, um RPG de ação que combina mundo aberto e uma pitada de exploração, coloca você controlando Cappell, um bardo covarde e preguiçoso que simplesmente é a cara do lendário herói chamado Sigmundo O Liberador.

Graças a essa essa inesperada confusão (pareceu até narrador da Globo) , nosso protagonista é jogado em um mundo de guerra, traições e muitos, mas muitos combates. Como boa parte desta lista, o título da Tri-Ace foi concebido em uma época que o mundo cravava por inovações e surpresas – bem longe do convencional proposto por Infinite Undiscovery, o que não é dizer que este não faz muito bem o que nasceu para fazer: divertir.

Wartech:



Wartech é, na verdade, um spin-off da série de shoot'em ups japoneses chamado Senko no Ronde. O game, que normalmente ficaria nos fliperamas japoneses, inusitadamente foi convertido ao Xbox 360 e, mais inusitado ainda, foi parar do outro lado do mundo ao ser localizado pela Ubisoft.

A diversão de Wartech é bem única e até difícil de explicar, já que este mistura jogos de luta e shoot'em ups, os games de navezinha, de forma especial. Como em um game de pancadaria, você escolhe seu personagem, cada qual piloto de um robô único e cai para cima dos oponentes – só que o que acontece durante a baralha é um show sem paralelos. Você voa pelos céus em alta velocidade, a perspectiva sempre se altera do 2D para o 3D, e pode-se tanto disparar de longe no modo aéreo, como partir para cima na base do bom e velho soco... E espere até ver os super-especiais. Enfim, jogue.

Blue Dragon:



Primeira cria da Mistwalker, desenvolvedora chefiada por ninguém mais, ninguém menos, que Hironobu Sakaguchi, criador de Final Fantasy. Para este projeto, entretanto, Sakaguchi se aliou a outro mestre, Akira Toriyama, autor da eterna série Dragon Ball. O hype se instalou, afinal de contas, a última vez que ambos colaboraram foi em Chrono Trigger, logo, algo impressionante estava para nascer.

E foi. Blue Dragon é um excelente espécime de RPG japonês, mas não exatamente o que todos esperavam. O mundo possivelmente sonhava com uma revolução do gênero, mas Blue Dragon foi justamente o contrário: neste, Sakaguchi presta uma homenagem ao início do gênero, com mecânicas simplistas, história charmosa, mas sem muita complexidade e alta dificuldade.

Passada as expectativas e os sonhos, ficou um carismático e desafiador RPG. Tente.

Crackdown(1 e 2):



Conhecido como o jogo que a maioria comprou para ter acesso antecipado ao beta-test de Halo 3. Nem mesmo o nome deste as pessoas lembram, o que é uma baita de uma injustiça. Em uma época que todos os jogos de mundo aberto puxavam o saco de Grand Theft Auto, Crackdown fez diferente, e bota diferente nisto.

Você é um policial linha dura em posse de um traje capaz de fazer inveja a boa parte dos super-heróis atuais: Pulos gigantesco, super força, velocidade extrema e por ai vai. Sua missão é basicamente acabar com os grupos armados dentro de Pacific City, da forma que bem entender – o que significa parar um caminhão criminoso em alta velocidade com um soco.

Project Sylpheed



Outro excelente jogo que provavelmente não vendeu tanto por causa da capa. Sério, até mesmo os fãs da boa animação japonesa concordam que o personagem de anime genérico na caixinha do game da aquela broxada – o que é outra injustiça.

Você nem quase enxerga o personagem principal. Falamos de um jogo de combates espaciais no melhor estilo Ace Combat. A ação é rápida, as explosões chamativas e os objetivos não cansam. Do que mais precisamos para convencer?

Ah sim, o jogo se torna ainda mais interessante quando lembramos que este pertence a um gênero cada vez mais escasso. Pegue enquanto ainda está fresquinho.

Amped 3



Não precisa ser fã de esportes radicais ou snowboard para gostar de Amped 3. Enquanto o resto da galera do gênero se perdeu com manobras absurdas e mecânicas que ninguém está interessado em utilizar, Amped 3 busca a pura diversão. Bom, basta assistir os primeiros momentos do game para entender: seu personagem descendo uma montanha gigantesca com uma fantasia rosa de coelhão – e, sim, a história só fica mais louca para frente.

Esta serve como excelente desculpa para se explorar as gigantescas montanhas até não aguentar mais, com direito até a passeio a bordo de um snowmobile (tem trenó também, para os mais roots). A trilha sonora é uma atração a parte, dando aquele toque final na ação louca.

Lost Odyssey



“Como assim mais um RPG?”. É isso mesmo, amigão, mais um RPG. Aguenta que estamos acabando. Sim, o penúltimo da nossa lista é também criado pela Mistwalker, da mente criadora de Final Fantasy, mas, enquanto Blue Dragon foi uma homenagem a toda a simplicidade original do gênero, Lost Odyssey é uma carta de amor a toda a complexidade e narrativa que o gênero do RPG alcançou ao longo de seus anos.

E é lindo – O mundo, a história, o sistema de batalha. Lost Odyssey, como a poesia de Homero, é gigantesco e a dificuldade não aceita deslizes, só que não poderia ter resultado em uma aventura melhor. Acompanhar Kaim, um imortal amnésico, a medida que este descobre o mistério por trás dos seus milhares de anos é uma experiência impar até hoje.

Ninja Blade



Era uma vez umas duas companhias, a Microsoft e a Sony. Cada qual escalou a From Software para um projeto exclusivo de seus videogames. Para o Xbox 360 surgiu Ninja Blade, para o PlayStation 3 surgiu Demon's Souls. O cruel título para o console da Sony nós sabemos aonde foi parar, mas e Ninja Blade? É, sumiu.

E poucos jogos de ação e *** são tão divertidos no Xbox 360. Ok, o console não é famoso por seus jogos de ação, mas isto ainda assim quer dizer muito. Ninja Blade é rápido, incrivelmente animado, a história é uma loucura só: nela, nosso herói Ken, a evolução máxima do Daniel-san de Karate Kid, para um avião no braço, faz manobras de moto em meio a explosão de um arranha-céus e até surfa um míssil. A ação do jogo puxa de tudo quanto que é fórmula de combate, Devil May Cry, God of War, Castlevania, e mais o que vier em mente – justamente o fato que garante que qualquer amante da *** se divirta. Se até agora não tentou, por favor jogue.

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Enfim, o Xbox 360 tem diversos ótimos exclusivos ,só que muitos deles muitas pessoas não conhecem!Very Happy
E aqui mostro-lhes alguns desses jogos exclusivos.Very Happy
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Re: Top 10: Os melhores exclusivos de X360 que praticamente ninguém jogou

Mensagem por ViTh em Sab Jul 20 2013, 18:26

Nossa tem alguns ai que eu nunca ouvir falar kkk, mas parecem ser muito bons.
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Re: Top 10: Os melhores exclusivos de X360 que praticamente ninguém jogou

Mensagem por darkkong em Sab Jul 20 2013, 18:52

Dai eu tenho o Crackdown 2, e já tive o Ninja Blade e o Kameo.

Crackdown eu não achei muito bom, ele é mais pra passar o tempo, mas é bacaninha.

Ninja Blade é muito top, pra mim foi o melhor jogo de ninja que eu já joguei, lembro de ter zerado no meu antigo X360.

Kameo, é de longe um dos melhores exclusivos da MS, uma pena não acha-lo a venda, lembro que ele vinha junto com o kit do X360, vinha ele e o PGR3 e Perfect Dark Zero, mas dos 3 ela era o melhor jogo.

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E realmente, o Xbox360 tem muitos exclusivos, porem nem todos são tão famosos, mas 90% são ótimos jogos Very Happy
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Re: Top 10: Os melhores exclusivos de X360 que praticamente ninguém jogou

Mensagem por Mazza em Sab Jul 20 2013, 19:15

Spoiler:
Ninja Blade

Era uma vez umas duas companhias, a Microsoft e a Sony. Cada qual escalou a From Software para um projeto exclusivo de seus videogames. Para o Xbox 360 surgiu Ninja Blade, para o PlayStation 3 surgiu Demon's Souls. O cruel título para o console da Sony nós sabemos aonde foi parar, mas e Ninja Blade? É, sumiu.

E poucos jogos de ação e *** são tão divertidos no Xbox 360. Ok, o console não é famoso por seus jogos de ação, mas isto ainda assim quer dizer muito. Ninja Blade é rápido, incrivelmente animado, a história é uma loucura só: nela, nosso herói Ken, a evolução máxima do Daniel-san de Karate Kid, para um avião no braço, faz manobras de moto em meio a explosão de um arranha-céus e até surfa um míssil. A ação do jogo puxa de tudo quanto que é fórmula de combate, Devil May Cry, God of War, Castlevania, e mais o que vier em mente – justamente o fato que garante que qualquer amante da *** se divirta. Se até agora não tentou, por favor jogue.

Não sei bem como é a versão 360, deve ser bem melhor, quem sabe, mas joguei um port horrível e travado com uns controles tristes para o PC. Foi para o lixo depois de uns 25 minutos. Eu realmente não recomendaria para ninguém.

Anyway, esses exclusivos parecem muito bons, principalmente o Kameo. Estava bem hypada por ele quando anunciaram o lançamento de GC e desanimei pra caramba quando cancelaram. Agora que tenho meu caixote, vou ver se a minha ansiedade realmente foi justificada.
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Re: Top 10: Os melhores exclusivos de X360 que praticamente ninguém jogou

Mensagem por Britanniarum em Sab Jul 20 2013, 19:20

Realmente, o 360 tem bastante exclusivos bons, principalmente JRPGs, mas como o maior público da caixa são aqueles que gostam de FPS e principalmente são dos EUA, esses jogos acabam não vendendo e deixam de serem exclusivos. A maioria dos JRPGs exclusivos do 360, depois de 1 ou 2 anos foi pro PS3 ou até pro PC (Exemplo: Eternal Sonata).

Ah, alguns da lista não sem bem exclusivos, por que tem pra PC, enfim.
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Re: Top 10: Os melhores exclusivos de X360 que praticamente ninguém jogou

Mensagem por Nigri 1000 em Dom Jul 21 2013, 17:42

A maioria nem conheço mas eles parecem ser todos mt bons
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Re: Top 10: Os melhores exclusivos de X360 que praticamente ninguém jogou

Mensagem por Convidad em Seg Jul 22 2013, 08:45

Crackdown eu fechei a campanha, jogo muito bom.
Kameo é outro que gostei bastante.
Blue Dragon em comprei, apesar do jogo ser muito bem feito, não é meu estilo (RPG), peguei mais para dar uma chance ao gênero.

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Re: Top 10: Os melhores exclusivos de X360 que praticamente ninguém jogou

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